sábado, 26 de dezembro de 2015

GESTALT


Was Ich sehe alle,

Das wirklich oder nur ist

Für mich und sich aus...


(Leandro Monteiro)

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

HOY E MAÑANA (SIMPLES CIUDADANOS - FRAGMENTO)

II

Mañana y hoy
Se casan por
Los días que
Vivimos nosotros:
Simples ciudadanos

Los billetes que
Yo recibo no son
De admiración
Más de interesse...

Que norteán toda
Mi acción que es:
Pagar y no tener
Nada en retribución.

Ni mismo, el pasado
Que sería nuestro
Único regalo
En esta existencia...

(Pasado, que hemos
Puesto en un asilo,
Que está olvidado
Y no percebemos...)

(Pasado, que quiere
Parte de su atención,
Y te fija nuestros poderes,
Que no están con nosotros...

Desde hace a mucho tiempo...
“Era una vez, unos niños,
Que fueron al vecino;
Quién hacía dulces y diñero..”)

A no pedir algo
En cambio... Nada
Una plata pedida,
Solo favor concedido.

(Leandro Monteiro)

domingo, 11 de outubro de 2015

GODOT

    Based on Samuel Beckett's play

Seated on a bench
He waits something
Godot is its name
But is it a being
Or a some thing
So precious to him?

His eyes is watching
Every step in the park
In the shop, garden,
School or, even, house...

And pass seconds,
And pass minutes,
Hours in his clock,

And pass days...
And pass months...
And pass years...

A calendar once
Goes away...
In which ways?

I do not know
Since I'm not him
Even if I met him,
I could just see through out

For the same reason
We are but there are not...
He lives just for him
And I, just for me.

Speak and talk?
Just to each own
Tell and say?
The answer is: unknown.

I think I just see..
See a Godot
In our way...
He is waiting for...
And I'm, for him...

Just to he helps me
To Answer these questions:
What are we?
And what is life for us?

Meanwhile
This is not happening,
I think:
When Godot is going
To appear?

(Leandro Monteiro)

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

À LONGA DISTÂNCIA


O carinho
De tão longe
Sinto e dou
Em palavras
Que são mãos
Invisíveis:

Ao te tocar
Sem te apalpar
O teu coração

Ao me tocares
Sem me alpapares
O meu coração

Arrepiando
Nosso coração,
Acelerando
Batidas, calores
Dentro de nós...

Que acreditamos
A partir de
Nossos olhares
A se encontrarem
Fitos e fixos...

A nós percebemos
A sinceridade
E o que há de sagrado
Em nós, ao dizermos:

“Eu te amo”

(“Somos espelho
Além da tela?)


terça-feira, 21 de julho de 2015

CORAZÓN IRASCIBLE

Ser álguien
Que odia
Las Ethelis
Que andan
Por las calles
No lo creo así...

Ninguno amor
Puede ofrecer
Los espinos
Sin antes dar-la
Su mejor sumo
De las rosas...

Pero no me gusta
Tán atitude extraña
Para estas muchachas
Que no las saben
De verdad, lo que sé
Que ellas los són...

Ninguno amor
Puede sacar
Los las piedras
Sin antes tocarla
Aún (no) quieras
Su cuerpo ardiente...

Pero no me gusta
Tán atitude extraña
Para estas muchachas
Que las saben mucho
De verdad, lo que no sé
Que ellas los harán...

Y qualquiere odio
És como un bolo
Que se da, pero
No quiere recibir
Por saber que tienes
Vários gramas de veneno.

Como puedo aceptar
Tan diverso ser?
Como relacionarme
Debo sin me contener
En mis sentimientos
Contenidos de sufrimientos?

Ninguno dolor
Puede haber
Sin las manos echar
Alguno cuchillo
Al cuerpo amenazar
Lo haciendo sangrar....

Ninguno dolor
Debe surgir
Antes de la realidad
la tornar hecho..
Un corte que nunca va
Cerrar... Y a los puños
Someterse, meterse....
El amor que está en mi.

(Leandro Monteiro)



segunda-feira, 20 de julho de 2015

AH! LE AMOUR!

Avant de je sais
Je sentais,
Mais je ne pas,
Donc, amais
Malgri je veaux
Moi depuis naquis....

De nos jours
Je sais de moi
Et je sens
Que tu chéris moi...
Je aimerai quelqu'un
San je la connaître?

Qu'est-cest amour
Que je connaître
En premier regard
Entre nous deux?
(Ne connais pas encore).

(Leandro Monteiro)





sábado, 18 de julho de 2015

UNSERE ZEIT

Die Gediche ist Geist
Aber es erscheint dass
Es an mich
Gestorben bist...

In Brasilien, die Seele
Von die Wört leben nicht
Niemal per die,
Unwissenheiten.

(Leandro Monteiro)

quinta-feira, 9 de julho de 2015

BRASILEIRO

Nascer neste solo
E ser estrangeiro
E se ver como dono
Destas largas terras...


As quais são o meu país
Desde que me conheci
A princípio, ignorando
Realidades daqui...

Que estão a cantar,
Que estão a contar,
Que estão a escrever,
Que estão a viver....

Canções,
Histórias,
Em idiomas
Os quais não sei...

Eu sou Branco,
Eu sou Negro,
Eu sou Asiático
Desde que me lembro...

E neste Estado
Eu não consigo
Me identificar
Como ser nativo...

Quem sou eu? Quem sou?
Uma simples pessoa
Falando português
Em Pindorama...

Mas a Pindorama
Está longe, logo ali...
E não falo Tupi, Jê,
Nem outras guaranis.

Quem eu sou? Quem sou?
Amo o meu país,
Mas sei tão pouco
Do que não seja

De mim, de meus pais,
Meus avôs, ancestrais...
(O que eu sei dos índios?)
Eu sou tudo o que há disso.

Não dentro da memória
Deste solo tão milenar;
Mas tudo dela fora,
De auferidas alhures terras.

Eu sou o que somos
(Ao menos, à grande parcela):
Sou Brasileiro,
E vamos nos em boa hora!

(Leandro Monteiro)

terça-feira, 7 de julho de 2015

THESE NIGHTS

Nowadays,
It seems a joke:
Morning gets
So mourning
Faster, earlier
Than my eyes
Comes to blink...

At the first time
In a whole day.

A nights brings
The funny show;
All that is hard
To show in the
Im-possible
Life, we get
From day light...

Desires unfolds
Since fierce work

Some much time
Looking for money
which pays the feeding
Meanwhile my colleagues
Are talking from behind...
Seeing a way the get some
Gold more than them have...
Gold not so essential
To life of all being of nature.

Nowadays,
The rays of light
Seems to be short:
They burn my skin
But not warm my body;
My feelings are freight
And my hands are cold....

Am I really living
Or waiting for dying?

So much time,
Doing what's right
Waiting for approval
Just to receive peace
Of I can not be
For myself usually...
Just the currency way
Made my happy day
After all, the life is:

“No pain no gain,
In spite of my dying plains.”

And I try all to work out,
And I don't forget the duty
And the day rest before me
Even I'm waiting to go out
And get so pleasure and funny....
But I found out that's not for me
And I must value what I reach:
My nights I can live a little bit.

(Leandro Monteiro)







sexta-feira, 22 de maio de 2015

MÃOS DADAS

“Não sou poeta de um mundo caduco (...)
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.”
Carlos Drummond de Andrade

As mãos dadas
Das crianças
Com os pais,
Com irmãos,
Com os tios,
Com os avôs,
Com amigos...
São pra toda
E qualquer
Ocasião.
As mãos dadas
Dos jovens
Com amigos
Com os filhos,
Com os pais,
Se separam...
Se a ocasião
Proceder...
As mãos dadas
Dos adultos
Com amigos
Com os filhos,
Com os pais
Se separar
Se elas virem
A prudência
Ou a infâmia;
A empatia
Ou a justiça;
Por mãos outras
Ou as próprias
Na ocasião
A se mostrarem...
(Quisera eu
Permanecer,
Então, criança
Para estarmos
Com as mãos juntas
Seja qual for
A situação...)
As mãos dadas
Dos idosos
Com os netos,
Com amigos
Se fazem
Esperar
O momento
Para os dedos,
Pois, voarem...
Para as mãos
Do senhor
Que as criaram...
Puras, leves
Como espírito
Sem vergonha
De o ser inteiro.
(Leandro Monteiro)

domingo, 10 de maio de 2015

FOR MOTHER'S DAY

Mom
And
Son:

God
And
Child

I was born
And I am
A human being
No matter what...

Luckier is
My daughter
Who'll be
More than me.

(Leandro Monteiro)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

QUEM SOMOS?



Não é o coração
Dono de nossos impulsos?
Sim, Mas nada de emoção!
È a mente que vê a ilusão,
O coração, só, a pulsa.

Assim é a nossa sacra
Vida de ritos preditos...
De alguém cuja palavra
Parecia ter sentido
E tem sentido a caras
Quem ainda acreditam.

Acreditar em quê?
Nos olhos os quais veem
Uma realidade
Que pode ser dobrada
Por uma ilusão óptica?
A verdade está aonde?

Nós somos necessidade,
Ao comermos o pão ...
Também, somos desejo,
Ao querermos o sim
E refutarmos o não
Que nosso não seja.

Porque mais que saibamos
Ainda nós nos indagamos:
Quem nós somos? Quem somos?
E o coração intenso bate
E o cérebro indeciso age...
Na luta pra que o corpo
Viva, então, em plena paz.

(Leandro Monteiro)

domingo, 22 de março de 2015

SUMO DE MI DESEO


Pensar, dormir, soñar,
Todo lo que sucede
No es materia que se mide...
Siempre habrá la realidad,
Por la cual no podré
Tocar, tocar, tocar...


Aunque yo sepa de esto
Es muy temprano para parar.
Si por mis manos, por lo menos,
Yo el fruto alcanzaren
Ya estaré muy satisfecho
Por vivir el sueño que llegue
A tocar, tocar, tocar...

El sumo de mi deseo.


(Leandro Monteiro)

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

READY MADE-JUST IN TIME

Mal começou,
O tempo já
Fez uma moto
Bem mais rápida
Do que a usada
No ano anterior...

Há quantos km/h
estamos agora?

(Leandro Monteiro)

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

ANO NOVO

Virado o ano, o tempo.
As brumas se dissipam
A chuva está nutrindo
A consciência do apreendido
Fato, que é, agora, memória;
Do cotidiano para história
Do que foram os momentos.

A frente, no horizonte,
A aurora surge entre os montes;
O arco-íris dos desejos
Ressurge em direção
A este novo, que o ensejo
A nos compromete ser a vida
Mais do que o sonho
De uma noite verão....

A nos compromete ser
A expectativa construída,
A realização,
A satisfação adquirida...

Oh! Desejos, desejos..!
As vagas, as vagas!
Nossa possibilidade!
Embora devamos
Estarmos dispostos
Estarmos expostos
A toda agradável
Imprevisibilidade....!

Diante do sol
Diante da chuva
Diante da neblina
Da tempestade
Ou da improvável secura
(Qual façamos acabar)...

Condições para vivermos
E tornamos história
(que esperamos)
Nesta aurora,
(que assim desejamos)
Se consolidar neste ano...

Nesta vida a se tornar
Memória
Nos próximos 365 dias

De cotidiano.

(Leandro Monteiro)