segunda-feira, 29 de abril de 2013

MACHEN UND SEIN (?)



Und Ich bin allein,

Und Ich weisse nicht

Was machen Ich kann…


Ich sprechen mit keine

Ob Machen Sein Seid,

Der Mann ist nicht hier!


(Leandro Monteiro)

domingo, 28 de abril de 2013

RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO




Haja tantas vírgulas
Para contar
O que se necessita...

Porque é tudo assim:
Palavras vagas,
Imprecisas em seu fim?

Poucas palavras
Não bastam
Para explicar
O meu ponto de vista.

Os substantivos,
Em minha língua,
Estão tão vazios...
Necessitam de adjetivos.

Talvez, por isso, justifique
Tanto minhas ações,
Tão confusas nos meios
Como nas execuções,

Pois frases simples
Não preenchem
O limite
De minha necessidade...

(Necessidade
Que pode ser impedida
Em sua realização

Por cada palavra
Mal posicionadas...
Ruídos da comunicação)

E haja vírgulas
Para entender
Uma vida!

(Leandro Monteiro)

sexta-feira, 26 de abril de 2013

segunda-feira, 15 de abril de 2013

FROM MONOTONY TO MELANCHOLY



I let my affection out
Out of myself inner
I’m indifferent now…

Constantly within
Little sadness with me
Surrounding me…

Day by day… everyday…
I tried to say, to do,
Tried to take me away…

But my shadows glues
All my animus whoever
It is: man or woman souls…

However, I’m still waiting for
Some thing or body comes to set me
Free from these gloomy foes.


Leandro Monteiro


AFORISMO

A SOLIDÃO é:
Fruto de más palavras,
Fruto de más ações,
Fruto de maus cuidados.

Como é duro ser incompreendido.

terça-feira, 2 de abril de 2013

FACE A FACE




Em meio à selva,
Um caminho estreito se vista,
Uma ponte de calcário faz o cenário;
Está muito calmo...
Tão calmo que não aparece
O que acontece
Do outro lado...
O problema que ainda não nos apresenta.

Os olhos se fechando...
De repente saí da relva
Um animal: uma onça pintada.
E do outro: um índio.
Esse está com arco e flecha;
Aquele está com as garras...
Ambas as armas,
Afiadas de perigo...

Olhos com olhos,
Face com face...
O índio pensa em vingança;
A onça, em sobrevivência:
Uma matança para ambos lembrarem.

Começara um duelo,
Para o solo,
Em que só um sobreviverá
Ao outro, que morrerá.

A paz, agora, é guerra.
A paz só será calma face
Quando a ponte se cobrir de sangue
E os olhos de um dos combatentes
Se cerrarem com silenciosa trégua...

Face a face...
Ambos se balançam na ponte...
Mas o que eles querem agora
É que a ponte se dane.