terça-feira, 14 de novembro de 2017

THE NIGHT OF LIFE

Drifter,
A rose
Arose
On the river...

Dawn
The good day
Down
The well clay...

Above the sun
Lightly flourish
The sun flower
The sky toward...

During
Twilight
Sun set
Free the light.

Booming
The blooming
In the night
Of Life.

(Leandro Monteiro)

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

JÚBILO





La vida,una aventura:

Con los ojos, cazar

Los brillos en los días;

Las manos, alcanzar

El blando en las noches...



El valor transcendente

A los pieles y a los dientes;

El sentido transparente

Y las ideas y a las preces...

La vivencia que sea tuya.

(Leandro Monteiro)

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

NOVEMBRO

O nove vira onze,
O tempo agoniza…
Com as travessuras do saci,
Com os terrores de Halloween…

À beira da morte
De mais um ano…
Vivemos as lutas,
Vivamos o progressivo luto…

Conversamos,
Alguns de nós, almoçamos
Com nosso corpo e espírito
Juntos e alegremente a quem nos foi querido.

Alguns de nós, conversamos
De olhos fechados, com os finados…
Reflitamos as perdas e ganhos
Diários…

Novembro,
Mês das chuvas…
…........................ De verão!
As cores da vida sobre a Terra!

Futuro a se construir,
Não nas sombras do passado,
Mas, sobre as águas passadas –
Embebidas para nossa sabedoria.

Novembro,
Nosso rito de passagem
Para nosso período em comum
Que sentimos, existimos e vivemos…

Para até quando
Na vida e na morte
De cada ano..
Até quando?

Até quando a ineludível
Nos visitará e nos olhará,
Pedindo nossos doces
E nos fazendo (sua) primeira e última travessura?

(Leandro Monteiro)

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

METROPOLIS' ROTINE

Cars are running all the time...
I've been running all the day
For bringing their dreams,
Or reducing their pains.

Cars are running all the time,
And one of them is mine.
It gets hot, messy and dirty
Because my sweat, my blood....

All this I put there... For feeding
This life, so heavy and fast,
With so much unexpected winding
Curves through I must pass...

(Leandro Monteiro)

ÉLITE BRÉSILIEN

Ne suis pas d'ici
Grecque nom, portuguais parle...
Seule sui né'ci.

(Leandro Monteiro)

terça-feira, 3 de outubro de 2017

LIBERDADE - tradução de LIBERTAD

Quantas quantidades de sangue
Tivemos de derramar
Nas nossas ternas terras?

(Nutriram o solo de nossos países,
Construíram a base de nossa história,
Que devemos honrar para nossas memórias)

Quantas cabeças e mãos
Tivemos de firmar
Nossas próprias regras?

(Senhores, como um menino mimado,
Quando ganhávamos o prêmio de ti,
As condições do jogo mudavam)

Como um pai, um senhor, um policial,
Suas mãos ditavam as minhas…
As costas pesadas, não mais queríamos:

(Queríamos somente carregar
Nossos próprios pesos
E não, junto a eles, alguns alheios)

As suas cargas sobre nós.
Mas, agora, chegara a hora
De sacarmos que nos têm imposto.

Liberdade Quae Sera Tamen
Qual preço pagaremos por ela?
À primeira vista, leve como moeda.

Depois que nós perdemos
As mãos que tanto trouxeram
Sofrimentos, ao livrar-nos de elas,

Como somente com nossas mãos
Nós rumaremos, então,
Para vida que tanto desejamos?

Cabeça para frente, olhos abertos,
Orelhas atentas – este é o momento
De trabalharmos pelo que queremos!

A boca não está mais fechada,
Ninguém pode por ela culpar-nos,
Senão, a partir de agora, a si mesma.

Meus irmãos e irmãs queridos
Para esta responsabilidade (gerir um país)
Vocês estão e se sentem pronto para isso?

(Leandro Monteiro)

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

LIBERTAD

¿Cuantas cantidades de sangre
Tuvimos de derramar
En nuestras tiernas tierras?

(Nutrieran el suelo de nuestros países,
Construyeran las bases de nuestra historia,
Que debemos honrar para nuestras memorias)

¿Cuantas cabezas y manos
Tuvimos de firmar
Nuestras proprias reglas?

(Ustedes, como un niño mimado,
Cuando el premio de ti ganábamos,
Las condiciones, entonces, cambiaban)

Como un padre, un señor, un policía,
Sus manos dictaban las mías...
Las espaldas pesadas, no más queríamos:

(Queríamos echar solamente
Nuestros proprios pesos
Y no, junto a ellos, algunos ajenos)

Sus cargas sobre nosotros.
Pero, ahora, llegara la hora
Sacamos lo que han impuesto.

Libertad Quae Sera Tamen
¿A cual precio la pagaremos?
A primer vistazo, leve como moneda.

Después que nosotros perdemos
Las manos que tanto hicieron,
Al de ellas librarnos, sufrimientos.

¿Como solo con nuestras manos
Nosotros, entonces, nos rumbamos
Para la vida que tan deseamos?

Cabeza para frente, ojos abiertos,
Oídos atentos – es el momento

¡ De trabajarnos por lo que queremos!

La boca no está más cerrada,
Nadie, aunque, puede por ella culparnos
Sino, a partir de ahora, a sí misma.

Mis hermanos y hermanas queridos
Para esta responsabilidad (dirigir un país)
 ¿Vosotros estáis y se sienten listos?


(Leandro Monteiro)